Nuevas formas de reporting corporativo: Información sobre la huella de carbono en España [Versión original]

Novas formas de relatório corporativo: Informação sobre a pegada de carbono na Espanha
New trends in corporate reporting: Information on carbon footprint in Spain
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APA

Córdova, C. R., Zorio-Grima, A., García-Benau, M. (2018). Nuevas formas de reporting corporativo: Información sobre la huella de carbono en España [Versión original]. RAE-Revista de Administração de Empresas, 58(6), 537-550. http://dx.doi.org/10.1590/s0034-759020180603

ABNT

CóRDOVA, C. R.; ZORIO-GRIMA, A.; GARCíA-BENAU, M. Nuevas formas de reporting corporativo: Información sobre la huella de carbono en España [Versión original]. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 58, n. 6, novembro-dezembro, p.537-550, 2018. http://dx.doi.org/10.1590/s0034-759020180603

Carmen Raquel Córdova - Universidad Técnica Particular de Loja - Outros artigos deste autor
Ana Zorio-Grima - Universitat de València - Outros artigos deste autor
María García-Benau - Universitat de València - Outros artigos deste autor

RESUMEN

A raíz del Protocolo de Kioto, España crea el Registro Nacional de Huella de Carbono, Compensación y Proyectos de Absorción de Dióxido de Carbono mediante el Real Decreto 163/2014. Ello se constituye en una iniciativa pionera para potenciar que las empresas españolas den visibilidad a su compromiso en la reducción de sus emisiones de Gases de Efecto Invernadero (GEI). Bajo este contexto, la presente investigación explora los determinantes de la adhesión al Registro Nacional de Huella de Carbono español. Se realiza un estudio exploratorio de las características de las primeras empresas españolas que decidieron inscribir su huella de carbono, a través de un modelo de regresión logística (logit). El estudio concluye que las organizaciones que tienen mayor probabilidad de registrar un mayor alcance de su huella de carbono se caracterizan por pertenecer a un sector no manufacturero, ser de reciente creación y poseer una cultura ambiental transparente.

PALABRAS CLAVE | Desempeño ambiental, desempeño financiero, divulgación ambiental, huella de carbono, contabilidad ambiental.

 

RESUMO

Em concordância com o Protocolo de Quioto, Espanha cria o “Registro Nacional de Pegada de Carbono, Remuneração e Projetos de Absorção” por meio do Decreto Real 163/2014. Esta é uma iniciativa pioneira para incentivar as empresas espanholas a dar visibilidade ao seu compromisso de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Neste contexto, a pesquisa atual explora os determinantes da adesão ao registro nacional espanhol de pegada de carbono. Um estudo exploratório das características das primeiras empresas espanholas que decidiram inscrever sua pegada de carbono foi realizado, através de um modelo de regressão logística (logit). O estudo conclui que as organizações que são mais propensas a registrar um maior alcance de sua pegada de carbono, caracterizam-se por fazer parte de um setor diferente da indústria de transformação, recém-criado e ter uma cultura ambiental transparente.

PALAVRAS-CHAVE | Desempenho ambiental, desempenho financeiro, divulgação ambiental, pegada de carbono, contabilidade ambiental.

 

ABSTRACT

In accordance with the Kyoto Protocol, Spain has created a National Carbon Footprint Registry by Royal Decree 163/2014. This constitutes a pioneering initiative to help Spanish companies give visibility to their efforts in reducing their emissions of greenhouse gases (GHGs). Hence, this paper explores the motivation of Spanish companies to register their carbon footprints with a higher degree of scope. We identify the characteristics of the first Spanish companies that registered their carbon footprint through a logistic regression model (logit). The study concludes that organizations are more likely to register a higher scope if they do not belong to the manufacturing sector, if they are relatively new, and have a culture of environmental transparency.

KEYWORDS | Environmental performance, financial performance, environmental disclosure, carbon footprint, environmental accounting.

Num. Páginas: 
537-550

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