An anti-management statement in dialogue with critical Brazilian authors

Uma declaração anti-management em diálogo com autores de estudos críticos brasileiros
Uma declaração anti-management em diálogo com autores de estudos críticos brasileiros
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Misoczky, M. C., Flores, R. K., Goulart, S. (2015). An anti-management statement in dialogue with critical Brazilian authors. RAE-Revista de Administração de Empresas, 55(2), 130-138. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-759020150203

ABNT

MISOCZKY, M. C.; FLORES, R. K.; GOULART, S. An anti-management statement in dialogue with critical Brazilian authors. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 55, n. 2, março-abril, p.130-138, 2015. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-759020150203

As expressões Estudos Organizacionais e Management e Conhecimento Organizacional e Management são expressões de um construto anglo-saxão. A associação dos Estudos Organizacionais (EOs) com Management produz a subordinação do primeiro ao último. Em outra direção, os EOs críticos brasileiros oferecem um conhecimento original que expressa uma atitude anti-management (A-M). Os autores A-M brasileiros indicam que a distinção entre M do Norte ou do Sul é irrelevante; o que é relevante é uma atitude A-M coerente. Neste artigo, honramos e disseminamos o conhecimento original brasileiro nos EOs e introduzimos uma agenda de EOs liberados do M.

The expressions Management and Organization Studies and Management and Organization Knowledge are expressions of an Anglo-Saxon construct. The association of Organization Studies (OS) with Management (M) produces the subordination of the former to the latter. In a different direction, a critical approach elaborated in Brazilian OS provides an original body of knowledge that expresses an anti-management (A-M) attitude. As the Brazilian A-M authors point out, the distinction between North/South M is irrelevant; what is relevant is a coherent pluriversal A-M attitude. In this paper, we honor and disseminate the Brazilian original body of knowledge on OS and introduce an OS agenda that is liberated from M.

Las expresiones Estudios Organizacionales y Management y Conocimiento Organizacional y Management son expresiones de un constructo anglosajón. La asociación de los Estudios Organizacionales (EOs) con Management produce la subordinación del primero al último. En otra dirección, los EOs críticos brasileños ofrecen un conocimiento original que expresa una actitud anti-management (A-M). Los autores A-M brasileños indican que la distinción entre M del Norte o del Sur es irrelevante; lo que es relevante es una actitud A-M coherente. En este artículo, honramos y diseminamos el conocimiento original brasileño en los EOs e introducimos una agenda de EOs liberados del M.

Estudos organizacionais, anti-management, organização, lutas sociais, crítica.
Organization studies, anti-management, organization, social struggles, critique.
Estudios organizacionales, anti-management, organización, luchas sociales, crítica.
Num. Páginas: 
130-138
By Artur on Jue, 12/03/2015 - 15:18

Analogamente, poderíamos criticar a dominância das teorias da medicina (que tem curado muitos) diante do conhecimento original dos pagés. O que acham? A ciência (digo ciência, não arte e, por sinal, o dicionário informal brasileiro deveria definir "gestão" como a forma de administrar sem o conhecimento da administração, por ser esta a arte praticada por quem não é de fato administrador, mas "mama nas tetas" desta que é ciência) da administração tem comprovado o seu valor. Os que reclamam, como muitos "gestores" brasileiros, é porque nunca, de fato, experimentaram os avanços sociais decorrente de sua aplicação séria, ou pior, não conhecem de fato o que é administração. Como resultado, o país de Taylor ainda domina o país da A-M, que prega a gestão A-M como arte, como crítica, mas que não leva a lugar nenhum. Peter Drucker, em 1958, em seu célebre artigo "Marketing and Development" já afirmara que os países subdesenvolvidos o são porque seu pensamento de marketing (que é uma forma de management) é igualmente subdesenvolvido. Obrigado pensadores do paradigma-tupiniquim (P-T) por publicarem em prol da manutenção do status quo do nosso subdesenvolvimento, a invés de buscar propagar os princípios da administração que são válidos e funcionais. Não esquecendo que se a teoria da administração não for funcional, de nada esta vale como ciência aplicada que deve ser. Precisamos de soluções concretas aos problemas brasileiros. É isto que a vertente organizacional da administração brasileira devem buscar. Existem outras escolas que estudam organizações com outros focos, diferentes da Administração ou Management. tais como a economia, sociologia, biologia, física... cada qual com a sua interdisciplinaridade cruzada de acordo com seu paradigma psico-sócio-político-econômico-etc. Antes de criticar a administração no Brasil, que tal criá-la primeiramente? Ainda estamos parados no ano de 1958. Estamos encalhados na burocracia weberiana desde a época de Vargas. O Banco do Brasil, Detran, e outras organizações autárquicas parecem sítios arqueológicos para se estudarem os modelos de gestão do passado. Talvez, se estas fizessem sinais de fumaça queimando seus papéis, fossem mais eficazes para se comunicarem com seus clientes (se é que eles admitem a sua existência). Não é culpa da teoria da administração ou da TO, do Sul ou do Norte, mas da mentalidade subdesenvolvida da América Latina, predominantemente individualista e corrupta.

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