Efeitos da comunidade de origem no participante de comunidades virtuais de marca

The effects of the community of origin on the involvement of virtual brand communites
Efectos de la comunidad de origen en el participante de comunidades virtuales de marca
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Almeida, S. O. de., Mazzon, J. A., Müller Neto, H. F., Dholakia, U. (2012). Efeitos da comunidade de origem no participante de comunidades virtuais de marca. RAE-Revista de Administração de Empresas, 52(2), 204-216. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-75902012000200007

ABNT

ALMEIDA, S. O. de.; MAZZON, J. A.; MüLLER NETO, H. F.; DHOLAKIA, U. Efeitos da comunidade de origem no participante de comunidades virtuais de marca. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 52, n. 2, março-abril, p.204-216, 2012. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-75902012000200007

Stefânia Ordovás de Almeida - PUC-RS - Outros artigos deste autor
José Afonso Mazzon - USP/FEA - Outros artigos deste autor
Hugo Fridolino Müller Neto - UFRGS - Outros artigos deste autor
Utpal Dholakia - Rice University - Outros artigos deste autor

Os benefícios das empresas em manterem comunidades virtuais de marca próprias versus os provenientes das comunidades criadas pelos consumidores permanecem desconhecidos. Esse estudo testa o efeito moderador do tipo de gestão da comunidade no impacto da homogeneidade psicográfica percebida, da disponibilidade de avenidas virtuais e do relacionamento com a marca sobre as influências da comunidade e as intenções dos participantes da comunidade. Os dados provêm de 555 participantes ativos de duas grandes comunidades virtuais para o game XBOX no Brasil. Os resultados comprovam que a gestão da comunidade de origem é moderadora de todas as relações consideradas. Apontam, também, que alguns dos efeitos mais favoráveis para a empresa ocorrem na comunidade gerida pelos consumidores. A lealdade à marca, porém, é maior para membros da comunidade oficial. O estudo indica como as empresas podem se beneficiar de comunidades geridas por consumidores.

The question about the effectiveness of companies in maintaining their own communities versus benefiting from the ones owned
by consumers remains open. We examine differences between firm-managed and customer-managed brand communities regarding the impact of perceived psychographic homogeneity, availability of virtual avenues and relationship with the brand on the community’s influence on members and the assessments and intentions of community participants. Data were obtained from 555 espondents in two leading Microsoft XBOX brand communities in Brazil. Results indicate that management of the community of origin is the moderator of all considered relationships. Also, the most favorable effects for the company occur in the community that is not directly controlled and managed by the company itself. Brand loyalty, however, is higher for members of the official brand community. Guidelines on how companies can benefit from consumer-managed communities are discussed.

Los beneficios de las empresas al mantener comunidades virtuales de marca propia versus los provenientes de las comunidades creadas por los consumidores permanecen desconocidos. Este estudio prueba el efecto moderador del tipo de gestión de la comunidad en el impacto de la homogeneidad sicográfica percibida, de la disponibilidad de avenidas virtuales y de la relación con la marca sobre las influencias de la comunidad y las intenciones de los participantes de la comunidad. Los datos provienen de 555 participantes activos de dos grandes comunidades virtuales para el game XBOX en Brasil. Los resultados comprueban que la gestión de la comunidad de origen es moderadora de todas las relaciones consideradas. Apuntan también que algunos de los efectos más favorables para la empresa ocurren en la comunidad gestionada por los consumidores. La lealtad a la marca, no obstante, es mayor
entre miembros de la comunidad oficial. El estudio indica cómo las empresas pueden beneficiarse con las comunidades gestionadas por consumidores.

Comportamento do consumidor, comunidades virtuais, comunidades de marca, marca, estratégia de marketing.
Consumer behavior, virtual communities, brand communities, brands, marketing strategy.
Comportamiento del consumidor, comunidades virtuales, comunidades de marca, marca, estrategia de marketing.
Num. Páginas: 
204-216

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