Organizational studies in Latin America: Back to the rough ground! [Translated version]

Los Estudios Organizacionales en Latinoamérica: ¡Vuelta al terreno áspero!
Estudos organizacionais na América Latina: De volta ao terreno áspero!Estudos organizacionais na América Latina: De volta ao terreno áspero!
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Gonzales-Miranda, D. (2020). Organizational studies in Latin America: Back to the rough ground! [Translated version]. RAE-Revista de Administração de Empresas (Journal of Business Management), 60(2), 104-119. https://doi.org/10.1590/s0034-759020200204

ABNT

GONZALES-MIRANDA, D. Organizational studies in Latin America: Back to the rough ground! [Translated version]. RAE-Revista de Administração de Empresas (Journal of Business Management), v. 60, n. 2, march-april, p.104-119, 2020. https://doi.org/10.1590/s0034-759020200204

Diego Gonzales-Miranda - Universidad EAFIT, Departamento de Organización y Gerencia, Medellín e Colombia - Other articles of this author

 

ABSTRACT

The aim of this paper is to do a self-critical retrospection exercise about what Organizational Studies (OS) are within the Latin American context. Their development and incidence in the region have increased and consolidated --although not in all countries at the same level and extent --as a critical field of knowledge to study organizations. However, there are some unresolved matters that need to be addressed and discussed; that is why Wittgenstein's (1986) expression is retaken to formulate some fundamental questions regarding the OS identity and projection in the region, in search of a "friction" that gives continuity to that path of growth. In addition, some constitutive aspects of OS are discussed. Reflections will allow organization experts and researchers not only to delve into this field of knowledge, but also to build a stance of their own on OS in the region.

KEYWORDS | Critical approach, field of knowledge, Latin America, Organizational studies, organizations.

 

 

RESUMEN

Este artículo tiene como objetivo realizar un ejercicio de retrospección autocrítica sobre los Estudios Organizacionales enmarcados en el contexto latinoamericano. Su desarrollo e incidencia en la región ha crecido y se ha consolidado –aunque no en todos los países al mismo nivel y profundidad– como un campo de conocimiento crítico para el estudio de las organizaciones. No obstante, hay algunos asuntos aún sin resolver sobre los cuales es necesario debatir. Es así como se retoma la expresión de Wittgenstein para formular algunas preguntas fundamentales, en relación con su identidad y proyección, en busca de una ‘fricción’ que permita seguir por ese camino de crecimiento. Aunado a lo anterior, se discuten algunos aspectos constitutivos de los Estudios Organizacionales. Las reflexiones permitirán, no solo ahondar en este campo de conocimiento sino, también, contribuir con los investigadores y estudiosos de las organizaciones en la región a construir una posición propia sobre el asunto.

PALABRAS CLAVE | Aproximación crítica, campo de conocimiento, Estudios Organizacionales, Latinoamérica, organizaciones.

 

RESUMO

O objetivo deste artigo é realizar um exercício de retrospecção autocrítica sobre o que são os Estudos Organizacionais (EO) no contexto latino-americano. Seu desenvolvimento e incidência na região vem crescendo e se consolidou -embora não em todos os países no mesmo nível e profundidade- como um campo de conhecimento crítico para o estudo das organizações. No entanto, existem alguns assuntos não resolvidos que precisam ser discutidos e apresentar debate. Assim, a expressão de Wittgenstein (1986) é retomada para formular algumas questões fundamentais em relação à sua identidade e projeção em busca de uma "fricção" que permita continuar nesse caminho de crescimento. Além do acima exposto, alguns aspectos constitutivos dos EOs são discutidos. As reflexões não apenas aprofundarão esse campo de conhecimento, mas ajudarão os pesquisadores e estudiosos das organizações a construir sua própria posição sobre os EO na região.

PALAVRAS-CHAVE | Aproximação crítica, campo do conhecimento, América Latina, Estudos Organizacionais, organizações.

 

Num. Páginas: 
104-119

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